sexta-feira, 10 de junho de 2011

Maria Gadú!

Deve ser do tempo que passa e das rugas distantes do rosto,
Mas vistas de longe no fundo da alma;
Do gosto que muda de quando em vez.

Calma! espera por mim (de novo e sempre um carinho se fez).
Não vale a pena sangrar por sangrar, crescer de véspera,
Fugir diante das palmas, lembrar de rolar um pranto, enfim...
Não durma antes de sonhar!

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