quarta-feira, 25 de agosto de 2010

atento.

tudo parece meio escuro e cinzento lá em são paulo...parece? está!
prestem atenção nos jornais e vejam o que está acontecendo naquela cidade tão cheia de CRESCIMENTO, PROGRESSO E TRABALHO.
a vida se torna menos significante diante de tanta ganancia e mais uma vez as pessoas estão sofrendo as consequencias de seus "tão importantes" trabalhos.
quanto mais se quer, menos se tem uma hora... e a vida, aaaah como diria Chaplin, essa é muito para ser insignificante.
alerta de hoje: a secura do clima de são paulo também mata e não há humidificador de ar que resolva.
é a natureza que grita por socorro! enquanto nós ficamos calados.

até mais.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

sobre nós.

"Os assistentes sociais trabalham com a questão social nas suas mais variadas expressões cotidianas, tais como os indivíduos as experimentam no trabalho, na família, na área habitacional, na saúde, na assistência social pública, etc. Questão social que sendo desigualdade é também rebeldia, por envolver sujeitos que vivenciam as desigualdades e a ela resistem, se opõem. É nesta tensão entre produção da desigualdade e produção da rebeldia e da resistência, que trabalham os assistentes sociais, situados nesse terreno movido por interesses sociais distintos, aos quais não é possível abstrair ou deles fugir porque tecem a vida em sociedade. [...] ... a questão social, cujas múltiplas expressões são o objeto do trabalho cotidiano do assistente social"

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

o que causa a dor?


dor (ô)
(latim dolor, -oris)
s. m.
1. Sensação mais ou menos aguda mas molesta.
2. Pesar, mágoa. = sofrimento
3. Dor de alma ou de coração, mágoa profunda.

dores
s. f. pl.
4. As dores do parto.
Pop. dor de cotovelo: ciúme.


Ainda assim só com essa dor, essa magoa, esse sofrimento é que nós conseguimos aprender realmente, verdadeiramente nos sentidos NUS e CRUS dessas palavras o que é VIVER.
O maior problema de TODO ser humano é que pensamos demasiadamente, sentimos muito pouco...como diria Chaplin.

Na maioria das vezes é praticamente impossível a gente tentar controlar aquilo que sentimos, não há um regulamento nem muito menos um papel com todas as regras pra ser feliz e conseguir realizar aquilo que a gente quer, mas dizem que devagar se vai ao longe, então acho que ainda chegarei no estágio que eu quero pra alcançar aqueles meus princípios...não falo de mudança, mas falo de melhora, confiança e respeito.